EDUCAÇÃO INFANTIL, O QUE É?

Material sobre Educação Infantil (Secretaria de Educação)

EDUCAÇÃO INFANTIL

O QUE É?

Secretaria de Estado de  Educação -MEC

 

A Educação Infantil é a primeira etapa da educação básica e destina-se ao atendimento de crianças de zero a seis anos, proporcionando à criança dessa faixa etária o bem-estar físico, afetivo-social e intelectual, por meio de atividades lúdicas que criam oportunidades de desenvolvimento, a fim de estimular a curiosidade, a espontaneidade e a harmonia. Todas essas atividades contribuem para a sua integração no triângulo família – escola – comunidade.

 

“... o desenvolvimento da criança é produto de instituições sociais e sistemas educacionais, como família, escola, igreja, que ajudam a construir seu próprio pensamento e descobrir o significado da ação do outro e de sua própria ação.”

Vygotsky

 

Sugestões Metodológicas para as Turmas do Período Único de Educação Infantil

 

O período Único de Educação Infantil é um avanço no sentido de antecipar a escolaridade obrigatória, mediante o atendimento a todas as crianças de 6 anos sem escolarização anterior.

 

Considerando a proposta pedagógica para a Educação Infantil, para crianças de quatro a seis anos, voltada a sua educação para a cidadania e a sua gradativa autonomia moral e cognitiva, suas metas básicas são a cooperação, a autonomia e a construção da identidade. O trabalho escolar deve ser entendido como garantia de acesso aos conhecimentos produzidos historicamente pela humanidade e formar, concomitantemente, indivíduos críticos, criativos e autônomos, capazes de agir e modificar o meio onde vivem.

 

Assim, o que se quer é, a partir da realidade de cada turma, promover o desenvolvimento infantil e a aquisição gradativa de conhecimentos sistematizados, contribuindo para a formação de uma cidadania plena, considerando-se, nesse sentido, alguns princípios metodológicos estabelecidos por Sônia Kramer/1999:

 

- Tomar a realidade das crianças como ponto de partida para o trabalho, reconhecendo sua diversidade;

 

- Observar as ações infantis e as interações entre as crianças, valorizando essas atividades;

 

- Confiar nas possibilidades que todas as crianças têm de ser desenvolver e aprender, promovendo a construção de sua auto-imagem positiva;

 

- Desenvolver atividades reais e desafiadoras para as crianças, que sejam, simultaneamente, significativas e prazerosas, incentivando sempre a descoberta, a criatividade e a criticidade;

 

- Favorecer a ampliação do processo de construção dos conhecimentos, valorizando o acesso aos conhecimentos do mundo físico e social;

 

- Enfatizar a participação e a ajuda mútua, possibilitando a construção da autonomia, da identidade e da cooperação.

Nesse sentido, o trabalho com projetos tem grande eficácia na Educação Infantil, pois as crianças se sentem valorizadas e encorajadas a participar das atividades e a respeitar as características culturais de cada uma.

 

- As sugestões aqui contidas, não dispensam a leitura atenta do Currículo de Educação Infantil (4 a 6 anos), pois sua função é condensar o referido currículo, que abordar pormenorizadamente todo o trabalho didático-pedagógico para esse nível de ensino.

 

 

Construção da Linguagem Oral e Escrita

 

A criança de 6 anos deve, necessariamente, ser familiarizada com a natureza do texto escrito e o ambiente escolar deve possibilitar, efetivamente, esse contato. A leitura do texto escrito pelo professor é fundamental, pois o aluno gosta de imitar atos de leitura (pseudoleituras).

 

A preocupação do professor não deve ser a de ensinar um vocabulário específico, nem mesmo de controlar as oportunidades de questionamentos, testando a compreensão de palavras que o aluno já domina. A criança é capaz de ouvir a leitura de textos redigidos em português bem elaborado, peculiar às narrativas escritas. Não se deve infantilizar/subestimar o seu conhecimento da língua. Por isso, o professor só poderá avaliar a aquisição vocabular do aluno, respondendo a perguntas feitas pelo próprio aluno, em relação à história para ele lida.

 

Deve-se considerar que é usando a língua em situações comunicativas que a criança termina por descobri-la e reconstruí-la como sistema. Portanto, ela deve ser apresentada de forma contextualizada, para que, por meio de sua utilização, o aluno venha a dominá-la e a perceber sua manifestação, lúdica e simbólica na magia dos contos de fadas, das cantigas de roda, das parlendas, do teatro, da música, da dança etc.

 

O vocabulário infantil é ampliado pelo estímulo à leitura de textos literários e similares, pois essa leitura, e não a massificação repetitiva, é o meio mais eficaz para enriquecer o linguajar da criança e se constitui na chave-mestra do processo de ensino e de aprendizagem. Desse modo, o processo de alfabetização não se deve organizar em torno do treino de aptidões: coordenação motora, discriminação perceptual e linguagem oral.

 

A restrição ao uso desses procedimentos deve-se ao fato de que geram o empobrecimento do processo, reduzindo a concepção de aluno alfabetizado à de possuidor de algumas características como:

 

- simples domínio das habilidades de codificação e decodificação;

- aptidões envolvidas no domínio das formas gráficas;

-        linguagem oral como requisito básico para a língua escrita.

 

O domínio da linguagem oral não é o único requisito básico para escrever. A ênfase na linguagem oral, como ponto de partida para a aprendizagem do escrito, tem ignorado a funcionalidade que a criança necessita perceber na língua escrita para passar, de fato, a se interessar em aprendê-la. Pois só se aprende a escrever, escrevendo, assim como só se aprende a falar, falando e a ler, lendo.

 

Cada uma dessas ações apresenta uma funcionalidade peculiar. Então, certo domínio de processamento de mensagens escritas já se faz necessário a partir do processo de alfabetização.

 

O professor deve saber que o processo de aquisição da língua escrita se inicia espontaneamente, a partir do interesse da criança em reproduzir atos de leitura, independentemente do ensino explícito de regras gramaticais (pontuação, ortografia) e do domínio dos mecanismo de codificação e decodificação da escrita, permitindo que o aluno mirim comece a se tornar letrado mesmo antes de aprender a ler.

 

A criança é um ser que pensa e que constrói ativamente o seu conhecimento do mundo e da própria linguagem. Essas considerações são ponto comum entre Piaget, Luria e Vygotsky, embora ofereçam interpretações diferentes para a construção do conhecimento pela criança. Por isso, não podemos menosprezá-la, inferiorizá-la, subestimá-la.

 

Ao longo do ano letivo, espera-se que a criança, progressivamente, seja capaz de:

 

- ampliar, gradativamente, suas possibilidades de comunicação e expressão, interessando-se em conhecer vários gêneros orais e escritos e participando de diversas situações de intercâmbio social, nas quais possa contar suas vivências, ouvir as de outras pessoas, elaborar e responder perguntas;

- familiarizar-se com a escrita por meio do manuseio de livros, revistas e outros meios textuais e da vivência de diversas situações nas quais seu uso se faça necessário;

- escutar textos, apreciando a leitura feita pelo professor;

-  interessar-se em escrever palavras e textos, ainda que de forma não-convencional;

- reconhecer seu nome escrito, sabendo identificá-lo nas diversas situações do cotidiano;

 

 

- escolher os livros para ler e apreciar;

- compreender o sentido das mensagens escritas que se manifestam sob diferentes formas como: listas, rótulos, bilhetes, quadrinhos, folhetos etc;

- perceber que as letras estão relacionadas às palavras enquanto uma seqüência de sons;

- perceber que as convenções textuais são fruto da vivência e dos contatos com diferentes uso da escrita na sociedade. (É por meio da literatura que se manifesta o potencial criativo de que pode ser portado o falante de uma língua. Como os usos literários constituem a base da tradição gramatical, o professor deverá apresentar ao aluno textos primordialmente literários/poéticos);

- compreender que as palavras assumem relações gramaticais e semânticas para evidenciar o mundo externo e interno presentes no texto que se lê, envolvendo eventos, ações e personagens;

- apresentar idéias textuais mais elaboradas e mais fortemente influenciadas pelos personagens e pelos fatos que caracterizam o mundo da literatura infantil;

- identificar as peculiaridades dos textos escritos e falados, isto é, perceber a existência de convenções que sustentam suas estruturas. (Ler e escrever são processos que vão além do desenvolvimento das habilidades de codificação e decodificação, abrangendo também o estímulo à aquisição de um estilo de linguagem que pode ser extremamente importante para o êxito escolar e, sobretudo, para a vida íntima do aluno.);

- perceber que a língua indicada pelas gramáticas (registro formal) constitui uma variedade do Português, que difere não só do dialeto falado pelas camadas populares, como também do dialeto-padrão utilizado coloquialmente. A língua escrita deve ser apresentada na norma culta, isto é, com recursos léxico-gramaticais pouco freqüêntes e até mesmo ausentes nos contextos de comunicação oral.);

- substituir as marcas de oralidade, como o uso de frases curtas e entrecortadas por monossílabos (aí, né), no texto escrito, por recursos oferecidos pelo sistema de pontuação e por conectivos mais adequados à linguagem escrita. (Não basta ensinar a escrever com correção, respeitando as regras da gramática e empregando vocabulário abundante. Deve-se fazer, também, com que o aluno perceba os tantos vícios de linguagem que prejudicam a clareza, a simplicidade e a harmonia do estilo.);

- entender que estilo, em termos de linguagem, são as características próprias de cada um, quando ao modo de falar ou escrever;

- planejar, imaginar, recriar textos a partir de leitura prévia de outros textos, a fim de evidenciar as variedades/maneiras de montagens textuais. (A escrita sujeita a regras. Assim, o estilo deve ligar-se a uma série de normas, umas de caráter gramatical e vocabular; outras, de caráter essencialmente estilístico.);

-        desenvolver o imaginário/simbólico por meio do uso freqüente de textos lúdico/poéticos.

 

Construção do Conhecimento Lógico-Matemático

 

O conhecimento matemático está presente em todos os momentos da vida cotidiana, portanto indissociável na formação de capacidades intelectuais, na estruturação do pensamento, na agilidade do raciocínio dedutivo do aluno, na resolução de problemas, o que vem apoiar a construção do conhecimento em todas as áreas curriculares.

 

O universo da matemática permeia o desenvolvimento de conceitos básicos nas diversas culturas, abrangendo temas tais como: cidadania, ética, orientação sexual, saúdo e meio ambiente. Por isso, projetos que privilegiem a interdisciplinaridade destes temas devem ser desenvolvidos e estimulados nas escolas.

 

A construção do pensamento parte sempre do concreto para o abstrato: primeiro, a criança interage com o objeto, depois, formula hipóteses sobre ele.

 

O currículo de matemática, portanto, deve contemplar a pluralidade de contextos, embasados nas experiências já vivenciadas pelo grupo sociocultural de alunos.

 

  É importante desenvolver a autonomia intelectual, proporcionando ao aluno condições de perceber o processo das mudanças contínuas, a fim de que esteja adequado à dinâmica do seu contexto social.

 

Ao longo do ano letivo, espera-se que a criança, progressivamente, seja capaz de:

 

- reconhecer e valorizar os números, as operações numéricas, as contagens orais e as noções espaciais como ferramentas necessárias no seu cotidiano;

- comunicar idéias matemáticas, hipóteses, processos utilizados e resultados encontrados em situações-problema relativas a quantidades, espaço físico e medidas, utilizando a linguagem oral e a linguagem matemática;

- ter confiança em suas próprias estratégias e na sua capacidade de lidar com situações matemáticas novas, utilizando seus conhecimentos prévios;

- construir o significado do número natural a partir de seus diferentes usos no contexto social, explorando situações-problema que envolvam contagens, medidas e códigos numéricos;

- interpretar e produzir escritas numéricas, levantando hipóteses sobre elas, com base na observação de regularidades, utilizando-se da linguagem oral, de registros informais e da linguagem matemática;

- resolver situações-problema e construir, a partir delas, os significados das operações fundamentais, buscando reconhecer que uma mesma operação está relacionada a problemas diferentes e um mesmo problema pode ser resolvido pelo uso de diferentes operações;

- desenvolver procedimentos de cálculo – mental, escrito, exato, aproximado – pela observação de regularidades e de propriedades das operações e pela antecipação e verificação de resultados;

 

- estabelecer pontos de referência para situar-se, posicionar-se e deslocar-se no espaço, bem como para identificar relações de posição entre objetos no espaço, interpretar e fornecer instruções, usando terminologia adequada;

- perceber semelhanças e diferenças entre objetos no espaço, identificando formas tridimensionais ou bidimensionais, em situações que envolvam descrições orais, construções e representações;

- reconhecer grandezas mensuráveis como comprimento, massa, capacidade e elaborar estratégias pessoais de medida;

- utilizar informações sobre o tempo e a temperatura;

- utilizar instrumentos de medida, usuais ou não, estimar resultados e expressá-los por meio de representações não necessariamente convencionais;

- identificar o uso de tabelas e gráficos para facilitar a leitura e a interpretação de informações e construir formas pessoais de registro para comunicar as informações coletadas.

 

Formação Pessoal e Social

 

Identidade e Autonomia

 

A escola, como instituição do conhecimento de uma forma mais ampla, deve criar um ambiente de acolhimento que dê segurança e confiança á criança, garantido-lhe oportunidades para que seja capaz de:

 

ter uma imagem positiva de si, ampliando sua autoconfiança, identificando cada vez mais suas limitações e possibilidades e agindo de acordo com elas;

 

 

estabelecer vínculos afetivos e de troca com adultos e crianças, fortalecendo sua auto-estima e ampliando gradativamente suas possibilidades de comunicação e interação social;

 

 

estabelecer e ampliar cada vez mais as relações sociais, aprendendo aos poucos a articular seus interesses e pontos de vista com os demais, respeitando a diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração;

 

 

brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

 

 

descobrir e conhecer progressivamente seu próprio corpo, suas potencialidades e seus limites, desenvolvendo e valorizando hábitos de cuidado com a própria saúde e bem-estar;

 

 

observar e explorar o ambiente com atitude de curiosidade, percebendo-se cada vez mais como integrante, dependente e agente transformador do meio ambiente e valorizando atitudes que contribuam para sua conservação;

 

 

utilizar as diferentes linguagens (corporal, musical, plástica, oral e escrita) ajustadas às diferentes intenções e situações de comunicação, de forma a compreender e ser compreendido, expressar suas idéias, sentimentos, necessidades e desejos e avançar no seu processo de construção de significados, enriquecendo cada vez mais sua capacidade expressiva;

 

 

conhecer manifestações culturais, demonstrando atitudes de interesse, respeito e participação frente a elas e valorizando a diversidade.

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Conhecimento de Mundo

 

Movimento, Música, Arte e Educação Física

 

As brincadeiras que compõem o repertório infantil e que variam conforme a cultura regional apresentam-se como oportunidades privilegiadas para desenvolver habilidades infantis no plano motor, no cognitivo, no afetivo e no emocional, ampliando o vocabulário e o pensamento lógico-matemático.

 

No decorrer desta fase, a criança deve ser capaz de:

 

controlar gradualmente o próprio movimento, aperfeiçoando seus recursos de deslocamento e ajustando suas habilidades motoras para utilização em jogos, brincadeiras, danças e demais situações;

 

 

apropriar-se progressivamente da imagem global de seu corpo, conhecendo e identificando seus segmentos e elementos, desenvolvendo cada vez mais uma atitude de interesse e cuidado com o próprio corpo;

 

 

 explorar e identificar elementos da música para se expressar, interagir com os outros e ampliar seu conhecimento do mundo;

 

 

 perceber e expressar sensações, sentimentos e pensamentos, por meio de improvisações, composições e interpretações musicais;

 

 

 interessar-se pelas próprias produções, pelas de outras crianças e pelas diversas obras artísticas (regionais, nacionais ou internacionais), ampliando seu conhecimento do mundo e da cultura;

 

 

 produzir trabalhos de arte, utilizando a linguagem do desenho, da pintura, da modelagem, da colagem, da construção, desenvolvendo o gosto, o cuidado e o respeito pelo processo de produção e criação;

 

 

 expressar-se e saber comunicar-se em artes,, mantendo atitude de busca pessoal e/ou coletiva, articulando a percepção, a imaginação, a emoção, a sensibilidade e a reflexão ao realizar e fruir produções artísticas;

 

 

 interagir com materiais, instrumentos e procedimentos variados em artes (Artes Visuais, Dança, Música, Teatro), experimentando-os e conhecendo-os de modo a utilizá-los nos trabalhos pessoais;

 

 

 edificar relação de autoconfiança com a produção artística pessoal e o conhecimento estético, respeitando a própria produção e a dos colegas, no percurso de criação que abriga multiplicidade de procedimentos e soluções;

 

 

 compreender e saber identificar a arte como fato histórico contextualizado nas diversas culturas, conhecendo, respeitando e podendo observar as produções presentes no entorno, assim como as demais do patrimônio cultural e do universo natural, identificando a existência de diferenças nos padrões artísticos e estéticos;

 

 

 observar com interesse e curiosidade as relações entre o homem e a realidade, exercitando a discussão, indagando, argumentando e apreciando arte de modo sensível;

 

 

 compreender e saber identificar aspectos da função e dos resultados do trabalho do artista, reconhecendo, em sua própria experiência de aprendiz, aspectos do processo percorrido pelo artista;

 

 

 buscar e saber organizar informações sobre arte, em contato com artistas, documentos, acervos, nos espaços da escola e fora dela (livros, revistas, jornais, ilustrações, dispositivos, vídeos, discos, cartazes) e acervos públicos (museus, galerias, centros de cultura, bibliotecas, fonotecas, videotecas, cinematecas), reconhecendo e compreendendo a variedade dos produtos artísticos e concepções estéticas presente na história das diferentes culturas e etnias;

 

 

 participar de diferentes atividades corporais, procurando adotar uma atitude cooperativa e solidária, sem discriminar os colegas pelo desempenho ou por razões sociais, físicas, sexuais ou culturais;

 

 

 conhecer certas possibilidades e limitações corporais pessoais, de forma a poder estabelecer algumas metas pessoais, qualitativas e quantitativas;

 

 

 conhecer, valorizar, apreciar e desfrutar algumas das diferentes manifestações de cultura corporal presentes no cotidiano;

 

 

organizar autonomamente alguns jogos, brincadeiras ou outras atividades corporais simples.

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Natureza e Sociedade

 

No decorrer desta fase, a criança deve ser capaz de:

 

interessar-se e demonstrar curiosidade pelo mundo social e natural, formulando perguntas, imaginando soluções para compreendê-lo, manifestando opiniões próprias sobre os acontecimentos, buscando informações e confrontando idéias;

 

 

comparar acontecimentos no tempo, tendo como referência anterioridade, posterioridade e simultaneidade;

 

 

reconhecer algumas semelhanças e diferenças sociais, econômicas e culturais, de dimensão cotidiana, existentes no seu grupo de convívio escolar e na sua localidade;

 

 

reconhecer algumas permanências e transformações sociais, econômicas e culturais nas vivências cotidiana das famílias, da escola e da coletividade, no tempo, no mesmo espaço de convivência;

 

 

estabelecer relações entre o presente e o passado;

 

 

estabelecer algumas relações entre o modo de vida característico de seu grupo social e de outros grupos;

 

 

conhecer e comparar a presença da natureza, expressa na paisagem local, às manifestações da natureza presentes em outras paisagens;

 

 

reconhecer semelhanças e diferenças nos modos com que diferentes grupos sociais se apropriam da natureza e a transformam, identificando suas determinações nas relações de trabalho, nos hábitos cotidianos, nas formas de se expressar e no lazer;

 

 

saber utilizar a observação e a descrição na leitura direta ou indireta da paisagem, sobretudo por meio de ilustrações e da linguagem oral;

 

 

reconhecer, no seu cotidiano, os referenciais espaciais de localização, orientação e distância, de modo a deslocar-se com autonomia e representar os lugares onde vive e se relaciona;

 

 

reconhecer, na paisagem local e no lugar em que se encontram inseridas, as diferentes manifestações da natureza e a apropriação e transformação dela pela ação de sua coletividade, de seu grupo social;

 

 

reconhecer a importância de uma atitude responsável de cuidado com o meio em que vive, evitando o desperdício e percebendo os cuidados que se deve ter na preservação e na manutenção da natureza;

 

 

estabelecer algumas relações entre o meio ambiente e as formas de vida que ali se estabelecem, valorizando sua importância para a preservação das espécies e para a qualidade da vida humana;

 

 

observar, registrar e comunicar algumas semelhanças e diferenças entre diversos ambientes, identificando a presença comum de água, seres vivos, ar, luz, calor, solo e características específicas dos ambientes diferentes;

 

 

estabelecer relações entre características e comportamentos dos seres vivos e condições do ambiente em que vivem, valorizando a diversidade da vida;

 

 

observar e identificar algumas características do corpo humano e alguns comportamentos nas diferentes fases da vida, do homem e da mulher, respeitando as diferenças individuais;

 

 

reconhecer processos e etapas de transformação de materiais em objetos;

 

 

realizar experimentos simples em materiais e objetos do ambiente para investigar características e propriedades dos materiais e de algumas formas de energia;

 

 

utilizar características e propriedades de materiais, objetos, seres vivos para elaborar classificações; 

 

 

formular perguntas e suposições sobre o assunto em estudo;

 

 

organizar e registrar informações por meio de desenhos, quadros, esquemas, listas e pequenos textos, sob orientação do professor;

 

 

comunicar-se de modo oral, escrito e por meio desenhos, perguntas, suposições, dados e conclusões, respeitando as diferentes opiniões e utilizando as informações obtidas para justificar suas idéias;

 

 

valorizar atitudes e comportamentos favoráveis à saúde, quanto à alimentação e á higiene pessoal, desenvolvendo a responsabilidade no cuidado com o próprio corpo e com os espaços em que habita.

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Subsecretaria de Educação Pública | Educação Infantil

domingo 11 abril 2010 14:32 , em Artigos sobre educação.



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